Para darmos estabilidade ao robô trocamos uma roda do fundo por duas, em seguida vimos que o robô já tinha a estabilidade desejada, porem quando ele fazia curvas bruscas com o sobrevivente, ele era arremessado lateralmente. Para corrigir esse problema fechamos a garra lateralmente com duas peças 4210638.
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Para darmos estabilidade ao robô trocamos uma roda do fundo por duas, em seguida vimos que o robô já tinha a estabilidade desejada, porem quando ele fazia curvas bruscas com o sobrevivente, ele era arremessado lateralmente. Para corrigir esse problema fechamos a garra lateralmente com duas peças 4210638.
terça-feira, 10 de novembro de 2009
domingo, 4 de outubro de 2009
Relatorio Diario, numero três
O robô continua não subindo a ladeira. Pois em nossa primeira idéia, a “garra” do robô era acionada pelo sensor de toque em sua base,fazendo-a descer e capturar a esfera, mas com essa acionada é impossível subir uma simples ladeira, pois a garra ficaria a frente do robô e iria bater no aclive.
Temo que nosso projeto de base tenha de ser modificado, mas continuamos fazendo testes para esgotar o maior numero de possibilidades possíveis.
Temo que nosso projeto de base tenha de ser modificado, mas continuamos fazendo testes para esgotar o maior numero de possibilidades possíveis.
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
Relatório diário, numero dois
Idéias para a garra. Nesta segunda reunião, discutimos varias idéias de como capturar nossos “sobreviventes em marte”. Reunimos varias peças de diferentes tipos para começar a montagem.
A mais aceita foi colocar a garra fechando de cima para baixo, deixando a esfera presa de forma 100% segura.
Porem, como nada é tão simples quanto se imagina, essa garra ficou muito grande e tocava sempre na parte inicial da rampa, e mesmo diminuindo ela ao Maximo nosso problema não era resolvido.
Por: Galaxy Team
A mais aceita foi colocar a garra fechando de cima para baixo, deixando a esfera presa de forma 100% segura.
Porem, como nada é tão simples quanto se imagina, essa garra ficou muito grande e tocava sempre na parte inicial da rampa, e mesmo diminuindo ela ao Maximo nosso problema não era resolvido.
Por: Galaxy Team
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Relatório diário, numero um.
Montando a base do robô. Nesta primeira reunião pensamos e começamos montar uma base fixa de nosso robô, já com os sensores de toque e luz.
O sensor de touque fica a frente de nosso robô, para capturar a esfera com mais facilidade. E o de luz abaixo do eixo, para seguir a trilha demarcada.
Primeiramente, montamos uma base com duas rodas dianteiras, e uma traseira. Trocamos os modelos das duas, para aumentar o tamanho de nosso protótipo. Acreditamos que desta forma atingimos um coeficiente mínimo de atrito entre as rodas e a pista, para que nosso robô não deslize
Por: Dandy Câmara
O sensor de touque fica a frente de nosso robô, para capturar a esfera com mais facilidade. E o de luz abaixo do eixo, para seguir a trilha demarcada.
Primeiramente, montamos uma base com duas rodas dianteiras, e uma traseira. Trocamos os modelos das duas, para aumentar o tamanho de nosso protótipo. Acreditamos que desta forma atingimos um coeficiente mínimo de atrito entre as rodas e a pista, para que nosso robô não deslize
Por: Dandy Câmara
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Segundo encontro
Nesse encontro extra classe (14/08), terminamos de montar o robô de teste, testamos os movimentos e os sensores do robô e estudamos as funções da linguagem nxc, desenvolvendo alguns programas de teste. Logo após, iniciamos a montagem do nosso robô que será apresentado no projeto Resgate em Marte.
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